Olá Peregrinos, como disse a vocês, depois que a sessão cultura foi adicionada a este blog, os post começarão a ser mais freqüentes (por um tempo).

É gente, tudo isso e um pouco mais vocês encontram somente aqui, muito além, nos confins inexplorados da região mais brega da Borda Ocidental desta Galáxia, há um pequeno sol amarelo e esquecido. Girando em torno deste sol, a uma distância de cerca de 148 milhões de quilômetros, há um planetinha verde-azulado absolutamente insignificante, cujas formas de vida, descendentes de primatas, são tão extraordinariamente primitivas que ainda acham que relógios digitais é uma grande idéia. Muitas pessoas eram más, e a maioria delas era muito infeliz, mesmo as que tinham relógios digitais.

(é isso aí! Mudei a intro dos textos =P)

Enquanto nos “Esteiti” as pessoas hoje comemoram o “Dia das Bruxas”, poucos seres aculturados desconhece que o dia 31 de outubro é o dia do nosso mais conhecido personagem folclórico o Saci Pererê (Yaci-Yaterê em guarani), um ícone imortalizado por Monteiro Lobato em suas histórias, principalmente “Sítio do Picapau Amarelo”.

A lenda mais popular e conhecida pela maioria dos brasileiros natos é, com certeza, a do Saci Pererê. Um negrinho que, no início da popularização e criação da lenda era um índio “perneta” endiabrado (possuído, talvez?!) e até um rabo possuía! Com o tempo e a influência dos negros africanos no Brasil passou de um bronzeado para um negro que perdeu uma das pernas numa luta de capoeira e o pito (cachimbo africano) e também da superstição e medo dos europeus recebeu o píleo ou gorro na cor vermelha


A lenda diz que o Saci está nos redemoinhos de vento, e que pode ser capturado ao se jogar uma peneira sobre o redemoinho. Depois de retirar o capuz da criatura para garantir sua obediência, guarda-se ele numa garrafa. Atravessando lenda do Saci Pererê para os tornados coloca-se a simbologia desse fenômeno que transpuseram décadas, passadas de geração em geração através de histórias infantis.

Posteriormente e, através de Monteiro Lobato foi considerado uma figura brincalhona, que se diverte com os animais e pessoas, fazendo pequenas travessuras que criam dificuldades domésticas, ou assustando viajantes noturnos com seus assobios. A lenda existe desde o fim do século XVIII.

 

Algumas comunidades quilombolas atribuíram ao Saci o título de “divindade”, pois acredita que ele tem sabedoria e conhecimento no manuseio de tudo que estava relacionado às plantas medicinais, sendo o guardião da sabedoria e técnica de preparo e uso de chás, mezinhas, beberagens e outros medicamentos feitos a partir de plantas. Também é atribuído a ele o domínio das matas onde guardava estas ervas sagradas, confundindo as pessoas que não pediam a ele a autorização para a coleta destas ervas.

Segundo o Wikipédia:

O primeiro escritor a se voltar para a figura do Saci-Pererê foi Monteiro Lobato, que realizou uma pesquisa entre os leitores do jornal O Estado de S. Paulo, colhendo depoimentos sobre o nosso trickster. O resultado foi publicado (1918) em forma de livro: O Sacy-Pererê – resultado de um inquérito; além de publicar O saci – obra-prima sobre o folclore brasileiro – Lobato utilizou a figura do simpático diabrete no conto Pedro Pichorra, em que um menininho se vê confrontado com o seu medo ao Saci. Imortalizado nas histórias contadas à beira das fogueiras nas cidades do interior do Brasil, o Saci ganhou um novo e importante aspecto cultural nos livros de Monteiro Lobato e nas histórias em quadrinhos de Ziraldo, criador da Turma do Saci Pererê, alcançando desta forma, também as crianças da cidade grande. Figura ainda em muitas histórias do Chico Bento, personagem criada por Maurício de Sousa, típico caipira do interior paulista.

Com a contribuição destes escritores o mito do Saci sobrevive à invasão das culturas estrangeiras amplamente divulgadas pela mídia.

Com a transposição dos textos de Lobato para a Televisão, o Saci deixou o imaginário para ser personificado numa figura de carne e osso.

Em 2005 foi instituído o Dia do Saci no Brasil, comemorado no dia 31 de outubro, a fim de restaurar as figuras do folclore brasileiro, em contraposição ao Halloween.

[Fontes: Aqui e aqui]

Então “gente” vamos parar de comemorar uma data que nem nossa é dar créditos ao perneta mais querido do Brasil!

Gritemos todos juntos e pulemos num pé só!

Halloween o caralho! Viva o Saci!

O que seria do ser humano – aqui chamado de  GENTE – sem encontrar seu outro “eu”? É gente, aqui é assim, vocês já devem saber de ode estou falando… sim!

Somente aqui! Nesse lugar longe de tudo, num cantinho da galáxia, escondido, entre coisas brilhantes e outras totalmente apagadas, mais especificamente naquela bolinha sem brilho, azul, num canto esquecido daquela coisa brilhantemente gigante, transladando elipticamente em volta de bola de fogo a uma distância de alta probabilidade (¬¬) de vida!

Sempre é surpreendente quando (Adivinha quem é?) a VIDA nos faz sentir coisas e fazer coisas que nos levam a lugares e a encontrar, interagir e fazer parte de pessoas que menos pensamos em fazer qualquer coisa. Aí a gente vai e bota a culpa no DESTINO, que não tem nada a ver com o pandeiro furado e fica por isso mesmo. Mas não estou aqui para reclamar dos meus maiores inimigos, e sim pra falar que em mais uma vez isso aqui vai ficar meio parado!

Mentira! Na verdade vim aqui para dizer-lhes que minha vida (a minha vida, não aquela VIDA) está mais “divertida, explosiva, ditongo, tritongo, pronome pessoal do caso reto”. Sim, agora tenho uma peregrina linda junto de mim, uma baixinha loquinha, que não sei o que que viu nesse peregrino aqui e agora estamos juntinhos =P.

Engraçado foi como nos conhecemos, estranho é nossa amizade e totalmente esquisito foi nosso envolvimento, talvez por isso estamos até hoje juntos, por que além de tudo, somos mais que namorados, somos amigos e companheiros, brincamos e pensamos em tudo e em qualquer coisa, lemos os pensamentos um do outro, sincronia e sintonia, sinestesia e telepatia. Vocês podem pensar que é apenas paixão. Eu digo que é mais que isso, digo que é pergunta para a resposta fundamental que muitos de nós ja conhecemos (42). 

O que importa é que agora estou feliz! Com minha baixinha linda e fofinha!

Baixinha linda, esse post (há muito tempo como rascunho e só agora no ar) é pra vc!

Você e eu, Chii! Você e eu!

 

 

Olá peregrinos, hoje vou iniciar algo um pouco mais inútil útil nesse blog. É! senhoras e senhores estarei colocando assuntos curiosos que estarei pesquisando, resenhas e críticas de livros que li ou estou lendo e, claro, histórias mirabolantes dos feitos mais esquisitos ou não desse nosso mundinho esquecido num canto qualquer do espaço. Ah! As aventuras do Peregrino continua, aguardem!

É peregrinos, nesse lugar longe de tudo, escondido, entre coisas brilhantes e outras totalmente apagadas, mais especificamente naquela bolinha sem brilho, azul, num canto esquecido daquela coisa brilhantemente gigante, transladando elipticamente em volta de bola de fogo a uma distância de altíssima probabilidade (Probabilidades! Probabilidades! Probabilidades! Probabilidades!) de vida!

E como todas essas vidas são geralmente “gente” e essas “gentes” adoram fazer coisas absurdas, muitas delas é escrever teorias mirabolantes e algumas até plausíveis e de alta credulidade, embasamento e influência. Aqui começa a Saga de falar um pouco do escritor que me influenciou em 90% a começar a escrever e criar este blog.

Douglas Noël Adams (1952 —2001) escritor inglês que criou muitas teorias sem nexo ou lógica, mas que continha a mais pura lógica no raciocínio espacial, com seu humor sarcástico e cheio de mensagem ativista, escreveu um dos melhores livros que li nessa minha vida de peregrinagem: O Guia do Mochileiro das Galáxias. O que poucos sabem (??) é que também escrevia esquetes para o tão famoso programa de comédia britânica Monty Python’s Flying Circus, junto com os integrantes desse grupo de humor nonsense.

Douglas Adams tinha um humor único onde testava a inteligência de seus receptores, sempre fazendo pensar sobre as coisas em volta e o cotidiano de um jeito quase que totalmente bizarro ou esquisitamente lógico.

Os fãs e amigos de Adams o descreveram também como um ativista ambiental, um assumido ateísta radical e amante dos automóveis possantes, câmeras, computadores Macintosh e outros ‘apetrechos tecnológicos’. O biólogo Richard Dawkins dedicou-lhe seu livro The God Delusion e nele descreve como Adams compreendeu a teoria da evolução e, conseqüentemente, tornou-se um ateísta. Adams era apaixonado por novas tecnologias, tendo escrito sobre email e usenet antes de tornarem-se amplamente conhecidos. Até o fim de sua vida, Adams foi um requisitado professor de tópicos que incluíam ambientes e tecnologia.

Douglas Adams deixou a terra em busca de Magrathea em maio de 2001, quatro anos antes do lançamento da adaptação cinematográfica do primeiro livro, como uma espécie de “produtor honorário”, pois ele ajudou no filme, mas foi pego por um fator de improbabilidade infinita e partiu na nave “Coração de Ouro” antes que o mesmo fosse finalizado.

Existem datas em que se homenageiam este ilustríssimo escritor, mas estas eu comento outra hora, agora, devo pegar uma carona pra Betelguese!

Até logo e obrigado pelos peixes!

Muito além, nos confins inexplorados da região mais brega da Borda Ocidental desta Galáxia, há um pequeno sol amarelo e esquecido.

Girando em torno deste sol, a uma distância de cerca de 148 milhões de quilômetros, há um planetinha verde-azulado absolutamente insignificante, cujas formas de vida, descendentes de primatas, são tão extraordinariamente primitivas que ainda acham que relógios digitais são uma grande idéia. Este planeta tem ― ou melhor, tinha ― o seguinte problema: a maioria de seus habitantes estava quase sempre infeliz. Foram sugeridas muitas soluções para esse problema, mas a maior parte delas dizia respeito basicamente à movimentação de pequenos pedaços de papel colorido com números impressos, o que é curioso, já que no geral não eram os tais pedaços de papel colorido que se sentiam infelizes.

E assim o problema continuava sem solução. Muitas pessoas eram más, e a maioria delas era muito infeliz, mesmo as que tinham relógios digitais.”

[trecho inicial do Guia do Mochileiro das Galáxias]


Você eu, Doug! Você e eu!

Você eu, Senhor! Você e eu!

 

“Há uma teoria que diz que se um dia alguém descobrir exatamente qual é o propósito do Universo e por que ele está aqui, ele desaparecerá instantaneamente e será substituído por algo ainda mais bizarro e inexplicável.

Há uma outra teoria que diz que isso já aconteceu.”

 

 

Você e eu, Senhor. Você e eu.

Caminhos diferentes muitas vezes se cruzam e no levam a uma peregrinação totalmente insana, às vezes em nosso interior, e geralmente a nossa frente, fora de tudo e de todos, longe, muito longe. Sim, isso acontece aqui, nesse lugar longe de tudo, escondido, entre coisas brilhantes e outras totalmente apagadas, mais especificamente naquela bolinha sem brilho, azul, num canto esquecido daquela coisa brilhantemente gigante, transladando elipticamente em volta de bola de fogo a uma distância de alta probabilidade (Probabilidades! AAAAHHHHH! Probabilidades!) de vida!

Certa vez, o peregrino estava a trocar palavras com uma amiga da baixinha, ao qual ele era muito ligado, como se tivessem laços familiares – não pense besteiras, mentes insanas, deixe as insanidades para mim – eles se sentiam como se fossem irmãos e conversavam livremente. Pois nesse dia o Peregrino disse que estava sentindo algo diferente pela Linda Baixinha e comentou com sua amiga que também era muito amiga da Baixinha! E ela encheu o Peregrino de esperança ao dizer que a garota também estava sentido algo por ele.

No mesmo instante o Peregrino ruborizou, a garganta e boca secaram, ela vinha ao encontro dos dois, sem saber o que fazer, ele a deixou sentar e, de frente a ela, segurou em suas belas mãos, ele suava frio e seus olhos não deixavam escapar o olhar da baixinha. A amiga, “Sister”, cutucou o Peregrino para que falasse logo, pois, poderia perder a oportunidade, já que naquela época as coisas que aconteciam com eles eram muito voláteis logo poderia os dois não mais estar interessado um ao outro (como se o Destino não estivesse interesse em separará-los). Pois bem, o jovem Peregrino lançou-lhe então um olhar doce, e sem soltar-lhe as mãos macias da baixinha, disse: “[Nome da Baixinha] Pode ser? Ou Tá difícil?” – “Burro”, ele pensou, “fale algo mais doce e não trema, não trema!”. Ela sem entender nada daquilo o olhou desconfiado e então veio outra pérola do Peregrino: “Então, eu tenho chance?”. Que decepção, ele infelizmente era uma negação no quesito “chegada”. Ela o olhou com um olhar do tipo “eu até quero, mas fale certo o que você realmente quer!”.

Percebendo que fez burrada, o Peregrino deixou que ela se soltasse das suas “patas-de-anta” e seguisse seu caminho, ele levantou-se e olhado para Sister abaixou a cabeça e também seguiu seu caminho de tortura. Pensando em quando teria outra chance e, se teria realmente outra, pois o Destino começou a tecer o caminho torto pelo qual o Jovem deveria percorrer um caminho cheio de tarefas e obstáculos impossíveis, de testes e perigos ao qual gostaria de ver o Peregrino sofrer e quem sabe desistir dessa mania de caminhar sempre em frente. O que não sabia o Destino é que o Peregrino não desistia de insistir no seu caminho e novos encontros e chances apareceriam com certeza…

Continua…

[...]

Come together like a foot in a shoe
Only this time I think I stuck my foot in my mouth
Thinking out loud and acting in vain
Knocking over anyone that stands in my way

Sometimes I need to apologize
Sometimes I need to admit that I ain’t right
Sometimes I should just keep my mouth shut, or only say hello
Sometimes I still feel I’m walking alone

Walk on eggshells on my old stomping ground,
Yet there’s really no one left, that’s hanging around
Isn’t that another familiar face?
Too drunk to figure out they’re fading away

[...]

Você eu Senhor! Somente você e eu!

To aqui no trampo sem serviço algum, fuçando arquivos do email achei essas frases que fiz há muito tempo atras numa galáxia muito, muito… mas muito distante! Só pra atualizar…

Segue:

Haverá um dia
Em que nos reencontraremos
E faremos aquilo que foi esperado
Durante todos os dias de espera

Haverá um dia
E nesse dia, poderemos caminhar
De mãos unidas por um grande parque
E lembramos de nossas promessas

Haverá um dia
E nesse dia começaremos a cumprí-las
Cada promessa, juramento ou palavra dita
Pois somente assim, teremos certeza dos sentimentos

Haverá um dia
E que esse dia chegue logo
Que acabe com a saudade
Que nos faça rir e alergra-se

Pois anseio por esse dia
No qual irei ao teu encontro
Te mostrar o pôr do sol
E seus raios de luz

Mostrando sua beleza
Junto ao crepúsculo do dia
Em que lhe direi
O que meu coração deseja pra ti

Você eu Senhor. Você e eu!

O que leva dois seres a viver tão intensamente coisas tão simples em pequenos encontros aleatoriamente colocados no tabuleiro da Vida pelo Destino?

Seria isso a essência que faltava na caminhada da alma de tais seres que vizeram com que eles se vissem juntos, porém esta união apenas ficava no pensamento de ambos, subentendido, como uma idéia que existe na cabeça e não tem a obrigação de acontecer ainda?

Somente aqui! Nesse lugar longe de tudo, escondido, entre coisas brilhantes e outras totalmente apagadas, mais especificamente naquela bolinha sem brilho, azul, num canto esquecido daquela coisa brilhantemente gigante, transladando elipticamente em volta de bola de fogo a uma distância de alta probabilidade (Probabilidades! AAAAHHHHH! Probabilidades!) de vida!

No dia em que o Peregrino e a Linda Baixinha se conheceram de verdade, algo estranho deveria acontecer! E não é que aconteceu?! Ele chegou atrasado, correndo para guardar seus livros no armário, próximo ao grêmio e a viu conversando com aquele jeitinho rápido de jogar as palavras para seus ouvintes e ela estava falando com colegas em comum do Peregrino. Totalmente preocupado com seus livros que queria guardar e pegar o outro para a próxima aula, seus colegas o chamam para conhecer a linda garota de óculos e aparelhos nos dentes! Eles o apresentaram a ela e, ele a cumprimentou acanhadamente. Ela retorna a conversar rapidamente com os colegas e retorna em minha direção e pergunta:” – Um ou Dois?”

Sem entender muito o porque ou a lógica de tal pergunta respondi de um jeito meio na dúvida: -”Um!?!”. Percebi que, em seu olhos, por trás daquelas lentes, um brilho se esvaía, como se a resposta que queria fosse outra e não a que regurgitei sem pensar! Ela retornou para a orda de amigos e eu fiquei ainda arrumando as coisas no armário logo ela volta novamente, com brilho retomado em seus olhinhos! Mas, antes dela falar qualquer coisa perguntei par aque seria aquela pergunta, qual a lógica, o que são aqueles numeros? ela sorriu timidamente e apenas respondeu que a resposta que eu dei não foi válida pois não poderia ser concretizada… sendo que o elemento 1 estava ocupado demais com outros afazeres e não estaria interessado no assunto que ela tinha, e que elemento 1 afirmou que o elemento 2 seria melhor!

Seus olhos brilhavam mais ainda ao me ver e se dilatavam procurando em mim a resposta de suas dúvidas… sabíamos que queríamos a mesma coisa, estava lançada os dados das nossas vidas e eles estavam juntos e se completando… com o tempo passando, percebemos nossa união, estávamos juntos o dia todo… todos os dias… o tempo todo… todo tempo e, aquela fera que rugia dentro do peregrino, que o fazia ter raiva de si mesmo e de muitos outros alterou-se, transformando-se em algo inexplicável, pois, sempre que se encontrava com a linda baixinha de olhos brilhantes, a fera se acalmava e se tornava harmônico com sua “prisão” no interior do peregrino, no seu peito ele se acalmava ao vê-la chegando sorrindo ao seu encontro. Um encontro que seria repetidas vezes realizado.

Continua…

[...]I could say
The right words
I know I could make you stay
If I could say
The right words
Things would work out all right[...]

Você eu Senhor! Você e Eu!

Mais um dia agitado, mais um dia movimentado, É mais uma vez… Naquela bolinha sem brilho, azul, num canto esquecido daquela coisa brilhantemente gigante, transladando elipticamente em volta de uma bola de fogo, a uma distância de alta probabilidade (ah! As probabilidades! Novamente!) de vida! É! Vida! Poderia reunir tantas coisas boas num dia, numa volta inteiramente boba e idiota que ela dá em torno de si mesma.

 

Descobri hoje que a Vida tem um parceiro ou inimigo, sei lá! Só sei que, esse “coisa” não brinca em serviço e coloca as peças certas no tabuleiro fractal da nossa vida, estou falando do Destino! E com ele descobrimos como o mundo é pequeno! Como alguém que, há muito tempo se Foi, reaparece na nossa vidinha pacata e cotidiana e transforma tudo… Exatamente tudo! Fazendo a gente rir, chorar, brigar, ajudar, esquecer, relembrar, lembrar, lembrar de algo, de alguém, de um lugar, de um sentimento, de uma paixão reprimida… Ou até mesmo revelada!

 

Nesses últimos dias tenho tido contato com uma pessoa especial… Uma Peregrina que, há algum tempo deixou estas “terras de cá”, e foi se aventurar nas terras do norte! O mais ao norte que conseguiu chegar! E por lá ficou até agora! Mas a “téconologia” nos presenteia com o que há de mais moderno e oneroso para que sempre possamos nos comunicar! Desde então temos trocado idéias, fatos e até relembrando velhos acontecimentos de um passado distante!

 

Essa pessoa… Mexeu comigo de um jeito tão incrível, e tão instantaneamente que quando percebi já estava agraciados pelo seu jeitinho, sua voz, seus olhos e sorriso, sua mão! Nossa como eu gostava das mãos dela!

 

Era pequena, não mais que poucos metros, mas era e, continua linda! No momento em que a vi, deixei de acreditar em muitas coisas que meu coração me fazia acreditar para me dedicar somente a acreditar nela, seus olhinhos lindos, atrás daqueles óculos a deixavam com um jeitinho especial, seu modo de falar era contagiante – e como falava rápido – mas mesmo assim contagiante, seu sorriso “metálico” e cheio de elásticos que fez com que ficasse conhecida como “Mulher-aranha” e, que por sorte, não pegou! Mas ficou marcado na memória! E suas mãos, nossa como suas mãos eram lindas, todos os dias dizia a ela alguma coisa somente para poder segurar em suas mãos! Pequenas, macias, cheirosas!

 

E em locais inusitados passamos por muitas coisas, desde “vinho e violão” nas mesinhas e na praça da igreja e pastéis e mini-pizzas na cantina e biombo amarelo! Sempre que podíamos estávamos juntos, apenas para se ter a presença de um ao outro, apenas para ficarmos analisando cada milímetro do sorriso ou brilho nos olhos. Sabíamos que éramos norte e sul e ambos se atraiam, mas a timidez, essa sim, era nossa grande inimiga…

 

To be continued!

 

Você e eu Senhor! Você e eu!

 

[…]

I’m the dog who gets beat

shove my nose in shit

won’t you come and save me

save me

[...]

 

Só pra postar mesmo algumas palavras, pois ficarei um tempo sem acessar o blog por motivos “monografais”.

 

[...]

Eu travei um glimpse, mas o seu foi esquecido…

Então… aqui estamos nós… de novo…

Eu prometi levá-la para casa…

Para casa…

 

Eu realmente tentei fazer o que você quis…

Tudo foi errado… de novo…

 

Eu prometi levá-la para casa…

Se você cair doente, se você passar fora…

Eu a compreendi, eu posso ver… outra vez…

[...]

 

Totalmente sem inspiração pra escrever… se tiver um surto escreverei alguma coisa durante a semana!

 

Você e eu Senhor, Você e eu!

Seja noite, ou seja, dia, não importa o que aconteça no universo do seu inicio ao fim estamos fadados ao mesmo caminho! Que pena… Consegui deixar você triste… Espera mais um pouco… Vai ficar pior!

Pois tudo isso e muito mais só se encontra aqui… Nesse lugar longe de tudo, escondido entre coisas brilhantes e outras totalmente apagadas, mais especificamente naquela bolinha sem brilho, azul, num canto esquecido daquela coisa brilhantemente gigante, transladando elipticamente em volta de bola de fogo a uma distância de alta probabilidade (Probabilidades! Probabilidades! Probabilidades!) de vida! Éééééé! Vida!

Tudo acontece pra acabar com o dia, ou com a semana, com o fim de semana, vai saber, peregrinando por aí, descobre-se muitas coisas, o mundo se revela cruel e maligno de um lado e totalmente bucólico de outro, umas palavras totalmente sem nexo, argumentos sem embasamento, teorias caóticas e fractais infinitivamente taxativos!  E pensar que a VIDA seria uma caixinha de sonhos fáceis de realizar… Jovem Padawan! – já dizia mestre Yoda – aprendendo você está! E como muita coisa ruim transborda e dura enquanto as coisas boas se resumem num dia, numa tarde, numa noite, num beijo, num copo cheio de cerveja! Por que isso não pode, também, transbordar como as coisas ruins… Seria o humano um ser sensacionalista desde sua concepção? Seria o humano um ser polêmico desde seu nascimento ao chorar e anunciar que foi “expelido” do único lugar que lhe era realmente agradável? E  resposta para essas e outras perguntas do gênero: a vida, o universo e tudo mais estaria mesmo a resposta no numero 42?

Perguntem ao Grande Pensador, com certeza ele vai ignorar e providenciar para que a vida continue sempre do mesmo jeito, dai, pra pior… Depois se esforce, batalhe, lute, corra a atrás de seus objetivos e sonhos e tropece, caia, rale-se e veja o quão cruel foi seu caminho por uma estrada que só tem um fim… Somente um fim!

Palavras de revolta não merecem ser ouvidas, mas expelidas, como todos nós fomos um dia, é bonito? É a vida se multiplicando? É mais uma luz que se acende? Sim… é mas que pena! Tudo se acaba num escuro… Pensamos um pouco como o Mestre Chaplim que num dia reflexão expeliu suas palavras dizendo que deveríamos morrer e depois ir regredindo até acabarmos num orgasmo! Isso sim! Seria VIDA!

Você e Eu, Senhor! Você e Eu!

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