Essa é minha segunda resenha sobre filmes. Geralmente, quando faço isso é porque gostei muito de um filme, uma cena que me fez ficar preso na telinha por muito tempo – coisa que eu faço somente nos telejornais.

Pois bem o filme da vez é “Meu nome é Radio”, dirigido por Michael Tollin, escrito por Mike Rich, baseado em artigo de Gary Smith que conta a história de James Robert Kennedy.
É a história de um rapaz com deficiência mental que é discriminado pelos moradores da cidade, por ser negro e deficiente ele encontra muitas dificuldades, mas, um técnico de futebol americano da cidade se condoesse com o rapaz que, não consegue ao menos falar, é introspectivo e medroso e, como em todo filme americano, acontece a “brincadeira maldosa” dos alunos ao ver o rapaz perambulando pela cidade e próximo a escola com seu carrinho de compras cheio de bugigangas e seu inseparável rádio.
O técnico do time da escola, vendo o que seus jogadores fizeram com Radio (chamado assim pelo técnico, pois James não falava muito) o chama para vir aos treinos e aí começa a lição recíproca entre o técnico, Rádio, os alunos e a cidade!

A mãe de Rádio, de início, estranha o interesse do técnico Jones e o questiona sobre quais eram os motivos que o moviam a ajudar o filho. Em contrapartida, o técnico Jones está determinado a fazer com que aos poucos as pessoas admirem e respeitem Rádio.
Na figura do técnico Jones, mostra a necessidade de estabelecer prioridades na vida e de perceber que aqueles que nos cercam principalmente a nossa família, devem vir em primeiro lugar, antes da busca pelo sucesso e poder.
Com o tempo, Radio começa a ter mais interação e se comunicar mais e a ser bem popular na escola e na cidade tornando-se um ícone do time, da escola e da cidade!

É um daqueles filmes a que você assiste várias vezes e sempre aprende uma nova lição. A certeza de que a convivência social saudável transforma e que as nossas deficiências podem ser minimizadas quando aceitas pelos outros e por nós mesmos. É um filme inesquecível e recomendável.
Depois desses “spoilers” o melhor a fazer é assistir.
Você e eu Senhor. Você e eu.
Maio 14, 2009 at 11:04 pm
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Maio 19, 2009 at 8:45 am
eu tenho apenas 14 anos e ja fiquei emocionado com a historia do filme,essa historia pode ser vista como uma reflexsao para nossa vida… adorei o fime e aconcelho ele para todos vcs. tchau