Caminhos diferentes muitas vezes se cruzam e no levam a uma peregrinação totalmente insana, às vezes em nosso interior, e geralmente a nossa frente, fora de tudo e de todos, longe, muito longe. Sim, isso acontece aqui, nesse lugar longe de tudo, escondido, entre coisas brilhantes e outras totalmente apagadas, mais especificamente naquela bolinha sem brilho, azul, num canto esquecido daquela coisa brilhantemente gigante, transladando elipticamente em volta de bola de fogo a uma distância de alta probabilidade (Probabilidades! AAAAHHHHH! Probabilidades!) de vida!
Certa vez, o peregrino estava a trocar palavras com uma amiga da baixinha, ao qual ele era muito ligado, como se tivessem laços familiares – não pense besteiras, mentes insanas, deixe as insanidades para mim – eles se sentiam como se fossem irmãos e conversavam livremente. Pois nesse dia o Peregrino disse que estava sentindo algo diferente pela Linda Baixinha e comentou com sua amiga que também era muito amiga da Baixinha! E ela encheu o Peregrino de esperança ao dizer que a garota também estava sentido algo por ele.
No mesmo instante o Peregrino ruborizou, a garganta e boca secaram, ela vinha ao encontro dos dois, sem saber o que fazer, ele a deixou sentar e, de frente a ela, segurou em suas belas mãos, ele suava frio e seus olhos não deixavam escapar o olhar da baixinha. A amiga, “Sister”, cutucou o Peregrino para que falasse logo, pois, poderia perder a oportunidade, já que naquela época as coisas que aconteciam com eles eram muito voláteis logo poderia os dois não mais estar interessado um ao outro (como se o Destino não estivesse interesse em separará-los). Pois bem, o jovem Peregrino lançou-lhe então um olhar doce, e sem soltar-lhe as mãos macias da baixinha, disse: “[Nome da Baixinha] Pode ser? Ou Tá difícil?” – “Burro”, ele pensou, “fale algo mais doce e não trema, não trema!”. Ela sem entender nada daquilo o olhou desconfiado e então veio outra pérola do Peregrino: “Então, eu tenho chance?”. Que decepção, ele infelizmente era uma negação no quesito “chegada”. Ela o olhou com um olhar do tipo “eu até quero, mas fale certo o que você realmente quer!”.
Percebendo que fez burrada, o Peregrino deixou que ela se soltasse das suas “patas-de-anta” e seguisse seu caminho, ele levantou-se e olhado para Sister abaixou a cabeça e também seguiu seu caminho de tortura. Pensando em quando teria outra chance e, se teria realmente outra, pois o Destino começou a tecer o caminho torto pelo qual o Jovem deveria percorrer um caminho cheio de tarefas e obstáculos impossíveis, de testes e perigos ao qual gostaria de ver o Peregrino sofrer e quem sabe desistir dessa mania de caminhar sempre em frente. O que não sabia o Destino é que o Peregrino não desistia de insistir no seu caminho e novos encontros e chances apareceriam com certeza…
Continua…
[...]
Come together like a foot in a shoe
Only this time I think I stuck my foot in my mouth
Thinking out loud and acting in vain
Knocking over anyone that stands in my way
Sometimes I need to apologize
Sometimes I need to admit that I ain’t right
Sometimes I should just keep my mouth shut, or only say hello
Sometimes I still feel I’m walking alone
Walk on eggshells on my old stomping ground,
Yet there’s really no one left, that’s hanging around
Isn’t that another familiar face?
Too drunk to figure out they’re fading away
[...]
Você eu Senhor! Somente você e eu!
